Pesquisa na intersecção das mudanças ambientais, equidade social e as comunidades mais afetadas pela transformação ecológica.
Interesses de pesquisaO trabalho vive atrás do que alguns chamam de dados. O trabalho está na interconexão de conhecimentos, futuros e ambientes. O que mais importa é a ligação inseparável entre como conhecemos o mundo, como imaginamos seu futuro e os sistemas ecológicos que nos sustentam. Este trabalho deve falar com as pessoas, com as comunidades na linha de frente da mudança. Deve falar com a natureza, com as florestas, rios e solos que não podem mais ser tratados como meros recursos. E deve falar com o ambiente, com as condições políticas e materiais que determinam quem prospera e quem fica para trás. Esta é a conversa que deveríamos ter ao discutir ciências socioambientais e nossa vida na Terra.
Projetos de pesquisa explorando as crises emaranhadas de ecologia e justiça social
Rastreando as consequências sociais do desflorestamento em larga escala através de comunidades amazônicas, desde lutas por direitos territoriais até impactos à saúde das populações indígenas.
Como sistemas tradicionais de conhecimento ecológico oferecem caminhos para adaptação resiliente diante da aceleração das mudanças ambientais.
Examinando criticamente quem se beneficia e quem arca com os custos de transições de política ambiental através do Sul Global.
Análise geoespacial de exposição à poluição, extração de recursos e vulnerabilidade socioeconômica através de comunidades em primeira linha.
Centrando equidade na adaptação climática, mitigação e discursos sobre perdas e danos.
Pesquisa liderada por comunidades que honra experiências vividas e conhecimento local.
Mapeamento de exposição ambiental, deslocamento e vulnerabilidade sociocológica.
Desigualdade ambiental em contextos urbanos em rápida mudança no Sul Global.
Como a regulação ambiental molda — e é moldada por — comunidades na linha de frente.